sexta-feira, 19 de outubro de 2012

LÚCIFER- Por Ramatis.





É inegável, que o tão temido Lúcifer da lenda católica deve sentir-se atualmente uma entidade " superfrustrada", após tão exaustivo comando no seu reino de tachos de azeite e ´água fervente e braseiro eterno! Em face do supremo sadismo e perversidade do Homem terreno, que através da bomba atômica destruiu 120.000 japoneses, em Hiroshima, ao mais espantoso inferno até agora imaginado, inclusive quanto ao efeito das bombas de Nepalm na sua fúria incendiária, o Diabo deve  ter desistido de sua tarefa sádica, envergonhado de sua ineficácia e impotência em atormentar os falidos pecadores no fogo fumarento do Inferno! Sm dúvida, pós tanta frustração e humilhação, além da precariedade do seu inferno anacrônico e incapacitado para atender e punir o número cada vez mais avultado de pecadores, que aumenta dia a dia, Lúcifer deve ter abandonado essa profissão tão primitiva e mesmo exaustiva, quedando-se num infeliz desajustado por toda a eternidade!

Mensagem de Luz para Hoje-I!



O  dia responde a surgem conforme você o que você pensa.
se você tem na mão uma foto antiga e julga terem sido os dias passados melhores do que os de agora, parece-lhe uma triste saudade. Por outro lado você se alegra ao considerar esta época melhor do que aquela. Portanto as sensações variam de conforme o seu direcionamento.
Também as sensações deste seu hoje surgem conforme você o vê.
tenha rande consideração por este dia. Faça dele o melhor que puder.
Admire-lhe as belezas e aproveite o que ele lhe puder dar.
Sinta prazer com este dia.
Fazer feliz o dia é obra de uma boa intenção.
Do livro " Paz todo dia", de Lourival Lopes.

Que  a luz Divina lhe ilumine, hoje e sempre.

Mensagem de Luz para hoje-II.





Este dia é muito importante pra você.
Veja-o assim. Com isso ele assume valor inusitado e mostra-se, em cheio, portador de oportunidades, oferecendo-lhes os meios para que o aproveite em tudo.
Não despreze o dia.
Se você o aprecia, ele devolve-lhe o melhor que pode. Se o despreza, ele por força de seu desprezo, esconde-lhe, a contragosto, os seus brilhos. Desprezar o dia é desprezar a si mesmo, e isso não é o que Deus quer de você.
Se para você o dia é bom, as bondades do dia chegam-lhe com força.
Do livro " Paz todo dia", de Lourival Lopes

Paz e luz em seu coração.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

O direito dos animais.

Para ler e refletir!





Exite um livro que eu gosto muito e sempre recorro a ele para leituras e releituras, o autor chama-se Ricardo J.A Lins e pode ser contactado pelo e- mail: rjalins@ yahoo.com.br. Ali consta um precioso parecer sobre o direito dos animais, nossos irmão menores e, por isto tão carentes de proteção!

"Encontrei na Wikipedia o conteúdo que pretendia introduzir neste livro e por esse motivo, não tendo nada a acrescentar ou retirar, mantive o texto na íntegra para sensibilizar os leituras quanto a este tema que é de extrema importância para nosso progresso como seres humanos e na defesa do nosso planeta. E além disto, existem reconstituições de debates e filósofos que constituem o foco deste livro.( O AUTOR).
A defesa dos direitos dos animais, da libertação animal ou simplesmente abolicionismo constitui um movimento que luta contra qualquer uso de animais não humanos que o transformem em propriedade de seres humanos, ou sej, meios para fins humanos. É um movimento social radical que não se contenta em regular o uso "humanitário" de animais, mas que procura incluií-los numa mesma comunidade moral que os humanos, fornecendo os interesses násicos aos animais, protegendo da dor, por exemplo  dando a mesma consideração que os interesses humanos. A reivindicação é de que os animais não sejam propriedade ou "recusros naturais" nem legalmente nem moralmente justificáveis, pelo contrário deveriam ser considerados pessoas. Os defensores dos direitos animais advogam o veganismo como forma de abolir a exploração anima de forma dieta no dia-a -dia. 
O debate sobre o direito animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI aC. Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles, escreveu no século IV aC, argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluia assim sendo os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para interesse dos Seres Humanos. No século XVII o filósofo francês René Descartes argumenta que animais não têm alma, logo não pensam e nao sentem dor. Sedo assim os maus tratos não eram errados. Contra isto, Jean- Jacques Roussou argumenta, no prefácio do seu Discurso sobre a Desigualdade (1754), que o seres humanos são animais embora ninguém "exima-se" de intelecto e liberdade. Entretanto, como animais são seres sencientes" eles deveram também participar do direito natural e que o homem é responsável no cumprimento de alguns deveres deles, especificamente "um tem o direito de não ser desnecessariamente maltratado pelo outro."
Também Voltaire respondeu a Descartes no seu Dicionário Filosófico:" Que ingenuidade, que pobreza de espírito, dizer que os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento e pocdem sempre da mesma maneira, que nada aprendem, nada aperfeiçoam! Será porque falo que julgas que tenho sentimento, memória, ideias? Pois bem, calo-me. Vês-me entrar em casa aflito, procurar um papel com quietude, abrir a escrivaninha, onde me lembra ter guardado, encontrá-lo, lê-lo com alegria. Percebes que experimentei o sentimento de aflição e prazer, que tenho memória e conhecimento. Vê com os mesmos olhos esse cão que perdeu o amo e procura-o por toda a parte com ganidos dolorosos, entra em casa agitado, inquieto, desce sobe e vai de aposento em aposentoe enfim encontra no gabinete o ente amado, a quem manifesta a sua alegria pela ternura dos ladridos com saltos e carícias. Bárbaros agarram esse cão que tão prodigiosamente vence o homem em amizade, pregam-no em cima de uma mesa e dissecam-no vivo para mostrarem-te sua veias mesentéricas. Descobres nele todo os mesmos órgãos de sentimento de que te gabas. responde-me maquinista, teria a natureza entrosado neste animal todos os órgãos do sentimento sem objectivo algum? terá nervos para ser insensível? Não inquines a natureza tão impertinente contradição.
Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal de Mercy e Justice on Behalf of the Pesecutd  Animals, argumenta que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. " Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", ele argumenta, "A dieta vegetariana seria bem mais popular." A divisão do trabalho no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para a sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade. Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor do animal é tão real e moralmente relevante como a dor humano e que " talvez chegu um dia, o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos os quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania." Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio, deve ser a medida para como nós tratamos outros seres. Se a habilidade da razão fosse critério muitos Seres Humanos incluindo bebês e pessoas especiais teriam também que serem tratados como coisas, escrevendo o famoso trecho: " A questão não é eles pensam? Ou eles falam? A questão é: Eles sofrem".
No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais tem a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-es contra a vivisseção, como uma expansão da consideração moral para os animais. Sua crítica à ética Kantiana é uma vasta e frequente polêmica contra a exclusão dos animais em seu sistema moral, que pode ser exemplificada pela famosa frase: " Amaldiçoada toda a moralidade que não veja uma unidade essencial em todos os olhos que enxergam o sol".

ALLAN KARDEC: sucessor




Em 22 de dezembro de 1861, Allan Kardec recebeu uma comunicação particular dos Espíritos, em sua casa e tve a curiosidade de perguntar sobre quem seria seu sucessor. Para esta postagem, embora respeitando na íntegra a comunicação, vamos resguardar de reproduzir as indagações de Kardec  que à época tinha preocupação com o assunto uma vez que os adeptos da Nova Doutrina tinham a preocupação de que com o desencarne dele o Espiritismo seria extinto, por talvez não haver alguém para "lhe tomar as rédeas". Fazendo postar, apenas, as resposta do espírito comunicante, tentamos fazer a leitura mais fácil e agradável.

"Isto é rigorosamente exato- eis o que se nos permite dizer-te a mais.
Tens razão em afirmar que não és indispensável; só o és ao ver dos homens, porque era necessários que o trabalho de organização se concentrasse nas mãos de um só, para que houvesse unidade; não o és, porém, aos olhos de Deus. Foste escolhido e por isso é que te vês só; mas, não és, como, aliás, bem o sabes, a única entidade capaz de desempenhar essa missão. Se o seu desempenho se interrompesse por uma causa qualquer, não faltariam a Deus outros que te substituíssem. Assim, aconteça o que acontecer, o Espiritismo não periclitará.
Enquanto o trabalho de elaboração não estiver concluído, é, pois, necessário sejas o único em evidência: fazia-se míster uma bandeira em torno da qual pudessem as gentes agrupar-se. Era preciso que te considerassem indispensável, para que a obra que te sair das mãos tenha mais autoridade no presente e no futuro; era preciso mesmo qu temessem pelas consequências de tua partida.
Se aquele que te há de substituir fosse designado de antemão, a obra, ainda não acabada, poderia sofrer entraves; formar-se-iam contra ti oposições suscitadas pelo ciúme, discuti-lo-iam, antes que ele desse provas de si; os inimigos da Doutrina procurariam barrar-lhe o caminho, resultando daí cismas e separações. Ele, portanto, se revelará, quando chegar o momento.
Sua tarefa será assim facilitada, porque, como dizes, o caminho estará todo traçado; se ele daí se afastasse, perde-se-ia a si próprio, como já se perderam os que hão querido atravessar-se na estrada. A referida tarefa, porém, será mais penosa noutro sentido, visto que ele terá que sustentar lutas mais rudes. A ti te incumbes o encargo da concepção, a ele o da execução, pelo que terá que ser homem de energia e ação. Admira aqui a sabedoria de Deus na escolha de seus mandatários: tu possuis as qualidades que eram necessárias ao trabalho que tens que realizar da força do capitão que comanda um navio segundo as regras da Ciência. Exonerado do trabalho de criação da obra sob cujo peso teu corpo sucumbirá, ele terá mais liberdade para aplicar todas as suas faculdades ao desenvolvimento e à consolidação d edifício."
( A escolha do sucessor já está feita)
"Está, sem o estar, dado que o homem, dispondo do livre arbítrio, pode no último momento recuar diante da tarefa que ele próprio elegeu. É também indispensável que dê provas de si, de capacidade, d devotamento, de desinteresse e de abnegação. Se ele deixasse levar apenas pela ambição e pelo desejo de primar, seria certamente posto d lado."
" Sem dúvida, muitos spíritos terão essa missão, mas cada um na sua especialidade, para agir, pela sua posição, sobre tal ou tal parte na sociedade. Todos se revelarão por suas obras e nenhum por qualquer pretensão à supremacia.
Obras Póstuma- Allan Kardec


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Pajezinhos: Crianças que vêem espíritos: o que fazer?

Pajezinhos: Crianças que vêem espíritos: o que fazer?: Amores. Desejo que seu anjinho da guarda esteja bem juntinho de você nesta e em todas as horas! Eu conheço um menininho e uma meninin...