quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

HISTÓRIA DE NATAL.




Um aldeão russo, muito devoto, constantemente pedia em suas orações que Jesus viesse visitá-lo em sua humilde choupana.
Na véspera do Natal sonhou que o Senhor iria aparecer-lhe. Teve tanta certeza da visita que, mal acordou, levantou-se imediatamente e começou a pôr a casa em ordem para receber o hóspede tão esperado.
Uma violenta tempestade de granizo e neve acontecia lá fora. E o aldeão continuava com os afazeres domésticos, cuidando também da sopa de repolho, que era o seu prato predileto.
De vez em quando ele observava a estrada, sempre à espera...
Decorrido algum tempo, o aldeão viu que alguém se aproximava caminhando com dificuldade em meio a borrasca de neve. Era um pobre vendedor ambulante, que conduzia às costas um fardo bastante pesado.
Compadecido, saiu de casa e foi ao encontro do vendedor. Levou-o para a choupana, pôs sua roupa a secar ao calor da lareira e repartiu com ele a sopa de repolho. Só o deixou ir embora depois de ver que ele já tinha forças para continuar a jornada.
Olhando de novo através da vidraça, avistou uma mulher na estrada coberta de neve. Foi buscá-la, e abrigou-a na choupana. Fez com que sentasse próximo à lareira, deu-lhe de comer, embrulhou-a em sua própria capa...
A noite começava a cair... Não a deixou partir enquanto não readquiriu forças suficientes para a caminhada. E nada de Jesus!
Já quase sem esperanças, o aldeão novamente foi até a janela e examinou a estrada coberta de neve. Distinguiu uma criança e percebeu que ela se encontrava perdida e quase congelada pelo frio...
Saiu mais uma vez, pegou a criança e levou-a para a cabana. Deu-lhe de comer, e não demorou muito para que a visse adormecida ao calor da lareira.
Cansado e desolado, o aldeão sentou-se e acabou por adormecer junto ao fogo. Mas, de repente, uma luz radiosa, que não provinha da lareira, iluminou tudo!
Diante do pobre aldeão, surgiu risonho o Senhor, envolto em uma túnica branca! - Ah! Senhor! Esperei-O o dia todo e não aparecestes, lamentou-se o aldeão...
E Jesus lhe respondeu: "Já por três vezes, hoje, visitei tua choupana: O vendedor ambulante que socorrestes, aquecestes e deste de comer... era Eu! A pobre mulher, a quem deste a capa... era Eu! E essa criança que salvaste da tempestade, também era Eu..."
"O Bem que a cada um deles fizeste, a mim mesmo o fizeste!

cópia da internet.

LISTA DE PRESENTES.




Quando se aproxima o final do ano, costumamos fazer algumas listas que têm o objetivo de nos auxiliar a cumprir com os compromissos aos quais nos propusemos no decorrer do ano e que acabamos deixando para trás.
Nelas estão incluídas as promessas que fizemos e nem sequer nos movemos no sentido de cumpri-las. Lista de tarefas profissionais que foram inúmeras vezes deixadas em último lugar.
Lista de compromissos sociais diversas vezes adiados.
E, com a proximidade do Natal, vem também a lista de presentes.
Então, nos esmeramos na compra de lembranças e mimos para os familiares e amigos, em um gesto simbólico de comemoração do aniversário de nosso querido amigo Jesus.
Movidos pelo sentimento de caridade que nos envolve mais intensamente, nesta época do ano, muitos oferecemos lembranças àqueles menos favorecidos e aos desamparados.
Na ansiedade de não esquecer nenhum de nossos afetos, verificamos inúmeras vezes nossa lista.
Mas, num gesto de reflexão, poderíamos incluir em nossas anotações uma lista do quanto nos fizemos presentes na vida de todas as pessoas que nos cercam.
Com certeza constataríamos o quanto ofertamos de nós mesmos às pessoas que estimamos e também àquelas que, mesmo sem conhecermos muito bem, podem ter precisado de nós em algum momento.
Paremos para pensar o quanto nos fizemos presentes na vida de nossos filhos.
Se ainda crianças, reflitamos por quantas vezes estivemos ao lado deles brincando, dando-lhes bons exemplos, ensinando-lhes as verdades e também as coisinhas mais simples e importantes da vida.
Como observar e respeitar a natureza; ou oferecer um cumprimento sincero e afetuoso às pessoas.
Quantas vezes lhes ofertamos abraços carregados de afeto e dissemos a eles que os amamos?
O trabalho, a louça suja, a casa desarrumada podem esperar. A infância não, essa passa em um piscar de olhos e não volta mais.
Oferecemos aos nossos filhos jovens e aos nossos pais o presente da companhia desinteressada, do apoio nos momentos que precisaram?
Quantas vezes os incluímos em nossos planos diários? Telefonamos para eles apenas com o intuito de saber como estavam passando?
Aos amigos, oferecemos o presente da amizade sincera?
A prática da verdadeira caridade fez parte de nossos projetos?
Não sabemos o quanto nos demoraremos nesta existência, se teremos uma vida breve ou longa. Procuremos então não adiar esses verdadeiros presentes que somos capazes de oferecer ao nosso próximo.
As lembrançasque podemos comprar também têm o seu valor, e todos gostamos de recebê-las, pois demonstram carinho, afeto e gratidão.
Mas nada disso tem sentido se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes, a palavra que compreende, o olhar que conforta, o silêncio que respeita, a presença que acolhe e os braços que envolvem podem ter um valor imensamente maior do que qualquer presente material que ofertemos.
São essas atitudes que dão sentido à vida e fazem com que ela seja mais intensa, leve e feliz.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita.
Em 2.12.2013.


NATAL DE TODAS AS RELIGIÕES.




louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
Chegado o mês de dezembro, o Natal toma conta de de todas as mentes que, buscam aproveitar ao máximo esta data. Porém, devemos aproveitar pensando sobre o que significou para este Planete a encarnação do Cristo Jesus ou o que significa para nós este acontecimento.
Devemos considerar que o Natal não é privilégio de nenhuma Religião em particular, mas de todos os Credos que tem por base a crença em Jesus. Por isto, neste ano, este Blog vai trazer para nossa leitura e meditação a visão do Natal sob diversas óticas doutrinárias, pois certos de que nenhuma detém a verdade absoluta, 
e, sim, que uma completa a outra sem esgotar o assunto.
Espero que entendam e aceitem esta posição. Como diz minha Mentora querida " o importante é que se fale em Jesus, de qualquer jeito, em qualquer lugar e em qualquer tempo".
Assim, teremos uma visão panorâmica d posicionamento de diversos credos e, creio, não haverão conflitos,mostrando que, apesar das diferenças individuais de cada ser humano, Jesus ainda é unanimidade.

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