Este espaço é nosso,meu e seu que acredita no invisível e no improvável, no Amor e na Vida, que confia em um Poder Superior e Além de tudo; Aqui deverá ser um "oásis" a nos reabastecer de conteúdos e debates de idéias superiores, luminosas, como os seres de luz que povoam o meu céu, o céu de Ashyla. O caminho das estrelas é o nosso caminho!O destino dos anjos será, um dia, nosso destino. Salve Deus!
segunda-feira, 31 de março de 2014
sábado, 29 de março de 2014
O POTE DE BARRO -LINDA HISTÓRIA!
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| imagem da internet |
Um pote de barro, velho e sujo, fora jogado ao chão
por ser considerado imprestável.
Já conhecera momentos felizes, fora jovem e bonito, e sua pintura
atraía os olhares de admiração de todos.
Passara por mãos respeitáveis e tivera muita utilidade. Mas agora,
depois de servir durante muitos anos com lealdade e firmeza, ele fora
considerado lixo e atirado ao monturo. Só não se partiu, porque caíra em meio à
macia vegetação, que lhe amortecera a queda.
Triste, o velho pote de barro lamentava-se da sua sorte e da ingratidão
dos homens. Sentia saudade das mãos amigas que o acariciavam, e a inatividade a
que fora relegado lhe doía por dentro.
Logo ele que desejava tanto servir e ser útil!
O tempo passava e ele continuava ali, jogado ao chão.
A chuva o castigava e o vento o enchia de terra. Veio o inverno e ele
tiritava de frio sem poder se proteger.
Um dia, trazida pelo vento que soprava forte, uma sementinha caiu sobre
seu dorso e, tremendo de frio, suplicou-lhe:
— Oh, meu amigo pote, posso abrigar-me dentro de você? O vento me
arrasta e o frio me castiga. Não tenho onde ficar!
Feliz por poder ser útil, o velho pote respondeu gentil:
— Com todo prazer, minha pequena amiga! Entre no meu bojo e fique à
vontade.
E a sementinha ali ficou protegida do vento e do frio, quietinha...,
quietinha...
Sem ter o que fazer e cansado da vida, o pote adormeceu esperando a
estação mudar e o tempo melhorar.
Certo dia acordou ao perceber passos de alguém que se aproximava, e
ouviu uma exclamação:
— Mas que lindo pote de barro!
Olhou dos lados para ver sobre quem falavam, mas admirado notou que era
a ele que se dirigiam!
Surpreso, só então notou que se transformara num belo vaso de flores!
A sementinha que ele permitira se alojasse em seu interior germinara e,
no meio de verdes e brilhantes folhas, lindas flores desabrocharam enchendo-o
de perfume e cor.
E o pote sorriu satisfeito da vida e muito orgulhoso da sua nova e útil
ocupação.
Também assim acontece conosco na vida, meus amiguinhos. Sempre
poderemos ser úteis para alguma coisa. E quando tivermos real desejo de servir
e ajudar o nosso próximo, seremos mais felizes porque também seremos
auxiliados.
Jesus, que é Nosso Mestre, sempre nos recompensará pelo bem que
fizermos aos outros.
Pois não foi ele mesmo que disse: “A cada um segundo suas obras”?
Autor: Célia Xavier Camargo –
(Tia Célia) - Livro: O Consolador - Revista Semanal de Divulgação Espírita.
Fonte do texto e imagem:
Internet Google.
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POTE POTE DE BARRO- MENSAGEM- SERVIR- VALOR
Como agradar a Deus.Baseado em livro de Chico Xavier;
por ocasião de uma viagem ao estado do Paraná, D.Pedro II foi hospedado na cidade de Ponta Grossa, por um fazendeiro rude, mas trabalhador e leal.
Sem maiores cerimônias, ofereceu um almoço ao monarca, e disse-lhe assim: Senhor imperador! Eu podia ter feito mais alguma coisa. Podia ter matado mais uma vitela, mais um peru. Mas preferi assinalar de outro modo a vossa passagem por esta terra, e a honra de vir a esta sua casa: libertei todos os meus escravos, cerca de setenta, e peço a vossa majestade o favor de lhes entregar as cartas de liberdade!
Ao voltar à corte, o soberano recebeu, do ministro do império, os decretos que identificavam as pessoas que o haviam homenageado durante sua excursão, e notou que para aquele fazendeiro paranaense havia sido guardado o título da Ordem da Rosa.
Isto é pouco para este homem - declarou o imperador - faça-o barão!
Mas, majestade - questionou o ministro - ele é quase um analfabeto.
Pedro II fitou-o determinado e respondeu: não será o primeiro! Este fazendeiro é um homem muito digno, e tem este merecimento. Mande-me o decreto fazendo-o barão dos campos gerais.
A história do Brasil nos traz esta passagem, que revela aos homens a melhor maneira de se homenagear seu Criador, seu soberano: fazer o bem.
Deus não deseja homenagens vistosas, não deseja cerimoniais luxuosos, sacrifícios humanos. A forma mais bela de reconhecer Sua grandeza, de mostrar como somos gratos por tudo que somos, por tudo que temos, está no amor a Suas criaturas, Seus filhos. Dar liberdade a quem amamos, procurando erradicar de nossas vidas o ciúme.
Ou, também, doarmo-nos um pouco mais a quem precisa, concedendo alguns instantes de atenção a quem está ao nosso redor, procurando ouvir mais, procurando guardar um tempo em nossos dias atribulados para perguntar "como vai você?", e esperar pela resposta, realmente desejando saber como vai aquela outra vida, aquele próximo.
Não há homenagem mais bela a Deus do que praticar a lei maior do universo, a lei de amor.
Amando a criatura estaremos amando seu Criador.
Admirar, sentir, respeitar a natureza é uma das formas de contemplação a Deus.
Procure, nos primeiros instantes do dia, quando seus pulmões encontrarem os primeiros ares da manhã, fazer uma prece, agradecendo pela vida, por mais um dia, pelo espetáculo belíssimo das obras de Deus a inspirarem nossos corações, concedendo-lhes a certeza plena de que estamos protegidos, e de que fazemos parte de um universo perfeito.
Procure, nos primeiros instantes do dia, quando seus pulmões encontrarem os primeiros ares da manhã, fazer uma prece, agradecendo pela vida, por mais um dia, pelo espetáculo belíssimo das obras de Deus a inspirarem nossos corações, concedendo-lhes a certeza plena de que estamos protegidos, e de que fazemos parte de um universo perfeito.
A Infância de uma Feiticeira- tem a ver com a sua?
Esta é a história real da infância de uma mulher chamada Lois Bourne que é rconhecidament uma feiticeira em nossos dias. autora dos livros "Autobiografia de uma feiticeira", " Conversa com uma feiticeira" entre outros, onde relata sua vida e como pratica a Magia. acredito que muitas se identificarão com os relatos. Principalmente, a infância que parece muito comum e identificável :seremos também feiticeiras?
Minha família era anglicana, e
minha mãe, a única frequentadora assídua da igraja. Quando eu tinha cinco ou
seis anos, ela me levava à igreja, mas o meu hábito de pegar no sono e
roncar durante o sermão do vigário
deixava-a muitíssimo aflita, o que a fez abandonar esta atividade improdutiva. Minha mãe amava a Deus de todo o coração. Tinha confiança e fé nEle e a bondade
inata da natureza humana, além a grande compaixão pelo sofrimento dos menos
afortunados Entretanto, era uma mulher muito prática, uma herbalista. Possuía
um livro enorme, grosso, com capa de couro, contendo os remédios de sua mãe, os
quais usava constantemente. Meus avós haviam morrido antes que eu nascesse, e
descobri que o livro de minha avó continha muitos remédios típicos de
feiticeiras para a cura de males simples; sempre suspeitei que ela sabia mais
sobre esse conhecimento antigo do que podiam imaginar. Excetuando as doenças
típicas das crianças, tive uma infância saudável, e minha mãe desprezava os
remédios ortodoxos, tratando-me ela mesma e só chamando o médico quando
pressentia que o caso estava fora de sua alçada.Às vezes penso em como
sobrevivi `sua medicação. Eu tinha pavor de três coisas em minha infância:
gripe,tosse e prisão de ventre. Ao primeiro sinal de espirro, eu mergulhada,
sem nenhuma cerimônia e geralmente gritando, num banho quente e esfumaçado de
mostarda. Lá ficava eu até que minha pele se tornasse rosada como uma lagosta;
então eu era retirada e, sem secar, enrolada firmemente num cobertor e colocada
na cama, para suar. Posso lembrar com horror minhas tentativas frenéticas para
me livrar dos pelos do cobertor de lã que aderiram aos meus dedos molhados
tingidos de mostarda e que, por alguma razão, me deixavam quase louca. Se eu
começava a tossir,era atacada com gordura de ganso, que minha mãe dizia ser
“penetrante”. Essa meleca era vigorosamente esfregada em meu peito, antes de eu
ir para a cama e ser coberta com uma flanela aquecida; eu ficava a noite inteira
me sentindo e cheirando como se estivesse refugiada em alguma chácara Minha mãe
tinha fixação por regularidade intestinal, afirmando tratar-se da base de toda
a saúde equilibrada e o médico nada fazia para desencrajá-la, pedindo
constantemente para ver minha língua em suas raras visitas Isso apenas servia
para confirmar sua aberração em purgar internamente cada centímetro de minha
vida Ainda hoje não posso ver um vidro de xarope de figos sem sentir náuseas e
o meu estômago se contrai com espasmos de horror quando lembro das cólicas que
sentia. Muitos anos mais tarde, perguntei-lhe amparada por alguns conhecimentos
médicos: “ Mãe, alguma vez você leu a bula?” Você deveria me dar apenas duas
colheres de chá e não todo o vidro!” Eu
a repreendia com minha profunda e recem-descoberta erudição sobre o uso liberal
de purgantes, ao que ela retrucava:” Besteira! Uma boa limpeza nunca fez mal a
ninguém!”
(...)
Contaram-me que, em muitas ocasiões na infância , eudemonstrava meus recentes poderes de consciência psíquica quando inocentemente comentava a morte inocente de
parentes ou a chegada de outros, que viviam a quilômetros de distância e não
estavam sendo esperados em minha casa. Não me lembro desses eventos, mas quando
tinha 12 anos, ouvi minha mãe dizer para a minha irmã que ela havia escondido
uma grande soma de dinheiro em casa mas estava segura porque ninguém, nem em um
milhão de anos, podia encontrar. “Eu sei onde está”, falei para ela. “Não é
possível, retrucou” eu sou a única pessoa que sabe” Olhei para ela em silêncio
por um momento e disse sonhadoramente: “Está embaixo das tábuas do assoalho no
quartinho de dormir” Ela empalideceu visivelmente e falou incrédula: “você
nadou revirando tudo”. Entretanto, eu nada fizera. de alguma maneira
inexplicável, eu havia lido a sua mente. Acho que depois disso ela passou a a
ter um certo medo de mim, e numa ocasião me disse:” Você é tão diferente em
temperamento de minhas outras crianças que, ás vezes penso se você não foi uma
troca” Quis saber o eu ela queria dizer com isso , eentão falou que eu poderia
ter sido deixada pelas fadas em lugar de
outra criança”
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feiticeira magia- arte- bruxa= mágica
Orientação do Plano Superior: vale a pena ler!
Este
trecho é um epílogo extraído do livro “Minha vida
com uma vestal”, de Leo Doctlhan,
editora Sanada e, assim finaliza o autor com as orientações e explicações
abaixo, que lhes foram transmitidas por um Mestre instrutor:
Interesse
sobre a alimentação e o que ela representa. Já são por demais conhecidos os
alimentos e bebidas nocivos ( tóxicos nem convém cogitar) Uma alma e um
espíritos sadios só vibram mais alto num corpo sadio.
O
homem preocupa-se infantilmente, com que a alimentação satisfaça o paladar ou
ao gosto até a altura da faringe, ignorando o estômago, os intestinos e todos
os demais órgão que lhes dizem respeito. Sempre prontos para servir,trabalham
silenciosamente para que tudo se processe e metabolize em favor de transformar
o alimento e a bebida em um sangue sadio, uma corrente de vida que irrigue todo
o nosso maravilhoso corpo físico, desgraça e irresponsavelmente massacrado pela
matadora gula
A
alimentação, assim como o sexo, erradamente foi reduzida, generalizadamente, a
mais um instrumento ou expediente de pura satisfação física, profundamente
prejudicial
A
doença não existe; é uma consequência pelo desvio ou procedimentos inadequados,
que a produzem.
O
sexo é uma realidade na criação. É um instinto igual e tão importante quanto a
alimentação e, tanto quanto ela, uma necessidade nas circunstâncias que lhes são específicas, a perpetuação da
espécie.
A
prática indiscriminada e irresponsável do sexo, com simples razão e finalidade
de um instante de prazer, acaba por levar à consequência s não menos
prejudiciais do que o descomedimento.
Desperdiça
energia valiossíssima pelo derramamento desregrado; reduz o homem a um ser mais
bruto, leva á perda de mais decoro, mais brilho do semblante, mais leveza, mais
simpatia, mis respeito; cria conflitos, desfaz lares, cria sofrimentos e
impasses de mil espécies;dissemina doenças; lava à desarmonia, eu é exatamente
o oposto do que é constituído ao universo, a harmonia.
Se
o homem é microcosmo, como fica diante do universo com seus desvios? Em total
conflito, gerando vicissitudes e adversidades amargas para o nosso viver
individual e coletivo.
Desejo
buscar, mais uma vez, as palavras do nosso Mestre instrutor com
referência ao sexo: “ O ato sexual sem amor (como um ato de puro prazer carnal)
é a mais vil degradação do próprio espírito. É abuso da energia
divina, constitui-se na maior degradação humana.”
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alimentação -sexo- comportamento
sábado, 15 de fevereiro de 2014
A ViÚVA DE SAREPTA: uma história de fé!
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| imagem da internet |
Depois de uma das muitas confrontações com o rei Acabe e com a rainha Jezabel, Elias foi enviado por Deus para se esconder no riacho de Queribe, onde os corvos o alimentaram durante a seca que ele havia predito.Quando o riacho secou, Deus instruiu Elias a ir para a cidade de Sarepta, uma vila aproximadamente 10 Km ao sul de Sidom, na costa do Mediterrâneo para se hospedar com uma viúva a quem o senhor havia ordenado que tomasse conta do profeta.
Sendo uma mulher pobre, nas baixas camadas da sociedade, aparentemente, esta viúva não tinha parentes para cuidar dela e precisava sustentar um filho pequeno, o que fazia com grande dificuldade. Estava prestes a enfrentar a dor de ver o filho morrer diante de seus olhos sem alimento ou de saber que teria que abandoná-lo ou que o pequeno ficaria desamparado, sem alguém para amá-lo e nem para cuidar dele, se ela morresse primeiro. Como fenícia, ele não tinha nenhuma relação com o Deus de Israel.
Apesar do seu desespero ela ainda foi capaz de sentir alguma compaixão por Elias ao ir buscar água para ele. Porém quando ele também pediu um pequeno pedaço de pão, ela revelou a gravidade de sua situação: tinha apenas um punhado (menos de uma xícara) de farinha e um pouco de óleo, que era o último alimento que tinha em casa.
O pedido de Elias para que ela fizesse um pequeno bolo para ele antes de preparar comida para ela mesma e para o seu filho foi uma prova de fé para a mulher gentia ( pois Elias lhe garantiu que Deus aumentaria seu alimento. A mulher acreditou na palavra do profeta e decidiu acreditar em seu Deus E assim a mulher preparou o bolo para Elias primeiro e percebeu que a farinha e o óleo não acabavam, dando para comer por muito tempo!
A confiança inabalável em Deus é opção de cada um!
A confiança inabalável em Deus é opção de cada um!
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viúva- viúva de Sarepta- Elias- fé- história
A DINÂMICA DO PODER.
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... " Deve estar claro que agora que a noção de poder em si mesma é irrelevante. Ela só tem importância em relação às suas metas. Noções tradicionais de que tamanho significa poder simplesmente não são verdadeiras. Pelo contrário: partes pequenas podem ser muito poderosas.
Uma pessoa bem preparada como Martin Luther King Jr. ou Mahatma Gandhi pode sozinha inspirar milhões e derrotar governos e grupos poderosos. O jovem chinês que se postou diante de uma fileira de tanques na Praça da Paz Celestial no massacre de 1989 mudou o equilíbrio do poder. Embora jamais tenha dito uma palavra ao público, seu padrão aparentemente foi : " Não é certo usar a violência contra indivíduos que estão se expressando ." ele fez um contato com seus compatriotas, os operadores dos tanques. Eles se recusaram a atropelá-lo sob aquelas circunstâncias,
Ao mesmo tempo, partes grandes podem ser fracas ou se tornar fracas. Pense na Enron, que perdeu todo o seu poder rapidamente em meio a um escândalo financeiro.
Nas décadas de 1970 e 1980, a indústria multibilionária de construção de usinas nucleares nos Estados Unidos quase foi destruída por uma coalizão informal de pessoas que haviam sido ridicularizadas e consideradas impotentes pelas concessionárias. Aquelas pessoas incluíam donas de casa com formação superior, aposentados que frequentavam bibliotecas, jornalistas, advogados ativistas e grupos de interesse público cujos membros cursavan faculdade ou recentemente haviam se formado. Aquele conjunto de pessoas formou uma coalizão, fez pesquisas e descobriu problemas de segurança, entre eles e do destino do lixo nuclear e como evacuar a área circundante em caso de acidente. Eles persuadiram os legisladores a aprovar regulamentação mais rigorosa e a econimia da energia nuclear sofreu um duro golpe.
Ao ler o tratado " The Myth of US Industrial Supremacy" ( O Mito das Supremacia industrial Americana), de Martin K. Starr e John E. Ullman, uma frase me chamou muito a atenção: " Não existe instituição, empreendimento, sociedade, ou realização humana de nenhuma espécie, por mais consagrado ou estimado, que não possa fracassar.". Eis um bom comentário sobre o abuso do poder para você conversar com seus filhos, colegas de trabalho ou mesmo os seus concorrentes.
Ao negociar, não abuse de sua força. Ela pode se voltar contra você. E, se a outra parte abusar da força, não deixe de documentar todas as ações excessivas.
Se o outro lado tiver muito mais força do que você, com certeza poderá subjugá-lo. Nesse caso, reconheça o poder dele, fornecendo um pagamento emocional. E pergunte-lhe: "Só porque consegue me subjugar, será que é certo fazer isso?"
Do Livro " Consiga o que você quer, Stuart Diamond"
Comentários:
A princípio pode parecer estranho a postagem deste texto neste blog que fala de religião, crença, evolução espiritual e etc; porém, a força bruta é um grande obstáculo á nosso crescimento e muitas vezes impedimos, pela força, o crescimento das pessoas à nossa volta. Pense sobre isso!
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