quarta-feira, 11 de setembro de 2013

MÁGOA PELAS PESSOAS QUE NOS OFENDEM- DALAI LAMA.

PAZ E LUZ.
Vamos fazer um pequeno exercício de imaginação. Suponhamos que alguém nos ofende verbalmente. Se sentimos raiva por causa da mágoa que isso nos causa, será que o foco do nosso sentimento não deveria estar nas palavras ofensiva, uma vez que são elas que de fato causaram a mágoa? No entanto, ficamos zangados com a pessoa que as disse. A justificativa seria que a pessoa que diz as palavras são moralmente responsáveis por elas, o que não deixa de ser verdade. Ao mesmo tempo, se for o caso de ter raiva do que de fato causou a raiva, as palavras que são a causa mais imediata de nossa reação. Melhor ainda, ser´´a que não deveríamos direcionar a nossa raiva para aquilo que fez com que a pessoa nos ofendesse, ou seja, suas aflições aflitivas? Porque, se a pessoa estivesse calma e em paz, talvez não agisse daquela maneira. Contudo, desses três fatores- as palavras que magoam, a pessoa que as diz e os impulsos negativos que motivam a pessoa-, é para a pessoa que diriimos nossa raiva. Há uma certa incoerência nisso.
Se alegarmos que a verdadeira causa da nossa raiva é a natureza da pessoa que nos ofende, ainda assim não seria razoável ter raiva dela. Pois se a sua natureza fundamental é ser hostil a nós, ela seria incapaz de agir de outra maneira. Neste caso ter raiva dela não faria sentido. Se nos queimarmos, não faz sentidos ficarmos sentidos zangados como fogo. É da natureza do fogo a natureza de queimar. Para lembrarmos que o conceito de hostilidade inerente e de mal inerente é falso, cabe observar que, em outras circunstâncias, a mesma pessoa que está nos magoando poderia mostrar-se um bom amigo. É comum ouvir falar de soldados que lutam em lados opostos durante os conflitos e depois se tornam amigos em tempos de paz.E certamente já passamos pela experiência de encontrarmos alguém que não apreciávamos muito no passado e que acabamos descobrindo ser na verdade bem agradável.
É claro que não podemos pensar desta manira em todas as situações. Quando somos fisicamente ameaçados , é melhor não perder tempo com tais ideias e sair correndo! Mas é de grande ajuda que nos familiarizemos com os vários aspectos e benefícios da paciência. Permite-nos enfrentar os desafios pela adversidades de uma forma construtiva.
In. Uma Ètica para o Terceiro Milênio- sabedoria Milenar para o dia de hoje- Sextante. p. 85/86

O MISTÉRIO DA PSICOGRAFIA







COMO OS MÉDIUNS CONSEGUEM  DAR DETALHES DO MORTO NAS MENSAGENS QUE PSICOGRAFAM?

Quando todas as tentativas de cura falham e a morte chega, muita gente acaba recorrendo novamente aos médiuns.. Dessa vez para se segurar em outro tipo de esperança: a de que o familiar que morreu esteja vivo- e em paz- em outro mundo. É aí que entram aqueles que entram aqueles que se acredita o dom de falar com os mortos através de pinturas, ouvindo vozes ou cartas psicografadas. A psicografia é motivo de discussão há muitas décadas, especialmente após o mineiro Chico Xavier ficar famoso. Durante seus 92 anos de vida, ele escreveu milhares de mensagens, que foram compiladas em mais de 400 livros. As cartas particulares, com nomes, apelidos íntimos e sobrenomes de pessoas mortas, fizeram dele  consolador das tristezas do luto. E despertaram a curiosidade sobre o que estaria por trás daquelas misteriosas linhas.
Perito especializado em análise datiloscópicas e grafotécnicas Carlos Augusto Perandréa analisou a carta atribuída a Ilda Mascaro Saullo, que morreu de câncer, em 1977, na Itália. O  bilhete em italiano, língua que o médium desconhecia, foi comparado com um cartão-postal escrito por Ilda. A pesquisa transformou-se no livro  A psicografia à luz da Grafoscopia", que detalha que as letra "t" do cartão escrito por Ilda e acarta escrita por Chico Xavier tinham o mesmo tipo de ligação com os demais, a mesma abertura das hastes e a mesma barra de corte da letra. Segundo o perito a escrita era um híbrido entre a forma de escrevendo médium e da italiana.
O depoimento de parentes que tiveram cartas psicografadas também impressiona. para a juíza Douglasy visitou o centro espírita Grupo Noel em abril, para ter notícias do pai. " Ele me chamava de "Cuca" e ninguém ali sabia disso", diz ela.
Segundo estudo de Paulo Rossi Severino, que analisou 45 cartas psicografadas por Chico Xavier,  35% dos parentes consideram a assinatura idêntica à do morto e 42% conseguiram enxergar alguma peculiaridade que o médium não teria como conhecer. Esses números podem comprovar duas visões opostas. Primeiro, que uma parte considerável das cartas parece ter origem no contato com uma pessoa morta. Segundo, que a maioria das cartas não contém semelhança com a letrado falecido nem revelações da família.
Para muitos cientistas esses números são suficientes para afirmar que tudo não passa de acaso. " As tradição científica entende que as informações certas que o médium passou nas cartas foram apenas coincidência", afirma o psiquiatra Frederico Camelo Leão, da USP. " quem procura outra explicação deve tentar encontrá-la na religião".
E a sensação comum dos médiuns de acreditar que não foram eles que escreveram aquilo que psicografaram? Numa entrevista descrita no livro "Por trás do véu de Ísis, de Marcel Souto Maior, Chico Xavier faz a pergunta:' Serão realmente dos nomes que que as assinam as páginas então produzidas? Eu não poderia responder precisamente, porque a minha consciência como que dorme. De uma coisa, porém,  julgo estar certo: não posso considerar minhas essas páginas porque não despendi nenhum esforço intelectual ao grafá-las". Psicólogos e psiquiatras explicam esse fenômeno a partir  da ideia de inconsciente. Como acontece com sonâmbulos ou pessoas em transe, nossa mente pode nos levar à ações que não faríamos em condições normais. "Hoje sabemos que o inconsciente pode levar o homem a fazer coisas extraordinárias sem que a autoria precise ser atribuída a outros seres", afirma o psicólogo e filósofo José Francisco Bairrão.
No que os psicólogos e médicos concordam é que a psicografia pode servir de consolo para quem enfrentou a morte de uma parente querido. Cartas psicografadas têm em comum mensagens de esperança, amparo à família, amor  e perdão. Segundo a pesquisa de Paulo Rossi Severino, o conselho para cultivar pensamentos positivos está em 82% das mensagens. Como a carta que o filho pede aos pais: Devo pedir que vocês não escutem, em momento algum, a voz da revolta". Ou ainda: " Mãezinha e papai nós continuamos sendo apenas um, pois o nosso amor é imortal, porque trazemos em nossa alma a imortalidade".
O luto é um processo de reparação e elaboração da perda. As pessoas buscam uma série de formas de lidar com sua s dores, e a psicografia, inserida na questão religiosa, é uma delas., afirm a psicóloga Maria Júlia Kovács, coordenadora do Laboratório de Estudos da Morte, da USP. Tem mais. A seguir, você vai ver que a mediunidade não apenas apóia as pessoas que tem de lidar com a morte como também está ajudando policiais brasileiros e americanos a esclarecer assassinatos e encontrar criminosos."
Revista Superinteressante, ed. 252-maio d 2008.p.6971)

Como podemos a observar, alguns cientistas tentam trazer dúvidas ao assunto, como fazem com todo e qualquer assunto referente ao mundo espiritual. Isto ocorre porque como disse jesus " quem tem olhos que veja; quem tem ouvidos, que ouça". Quer dizer quem tem olhos espirituais e ouvidos espirituais. os que estão fortemente ligados à matéria e suas concretudes, á  sua lógica, jamais entenderão o mundo "ilógico" e abstrato da espiritualidade.A crença não é feita de estudos e, sim, de certeza intuitiva.
Nós, médiuns, temos certeza porque vivemos esta realidade, não precisamos pesquisar, nem estudar (a não ser para nos aprimorarmos), não precisamos responder questionamentos. Sabemos porque sabemos. Sabemos porque sentimos. Sentimos porque nosso olhos veêm e nossos ouvidos ouvem.
Conhecemos o que é nosso e o que não é. E esta certeza não é afé nos move em nossa missão. LOUVADO SEJA O NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.








A Sexualidade à Luz da Doutrina Espírita

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

PNEUMATOGRAFIA: VOCÊ SABE O QUE É?


A pneumatografia é a escrita produzida diretamente pelo Espírito, sem nenhum intermediário. Difere da psicografia porque esta é a transmissão do pensamento do Espírito pela mão do médium.
O fenômeno da escrita direta é indiscutivelmente um dos msis extraordinários do Espiritismo. Por mais estranho que possa parecer à primeira vista, é hoje um fato averiguado e incontestável. Se a teoria é necessária para se compreender a possibilidade do fenômenos espíritas em geral, mais ainda se torna neste caso, um dos mais chocantes até agora apresentados, mas que deixa de parecer sobrenatural quando compreendemos o princípio em que se funda.
à primeira manifestação desse fenômeno o sentimento dominante foi de desconfiança:a ideia de trapaça ocorreu logo.Porque todos conhecem as tintas chamadas simpáticas, cujos traços invisíveis aparecem algum tempo depois da escrita. ra possível, pois, um abuso da credulidade,e não afirmamos qua jamais tenha acontecido. estamos mesmo convencidos de que algumas pessoas, por interesse mercenário, por amor próprio ou para impor a crença nos seus poderes, tenham usado subterfúgios.
Mas por se poder imitar alguma coisa é absurdo concluir que ela não exista. Não se conseguiu, nos últimos tempos, encontrar o meio de imitar a lucidez sonambúlica, ao ponto de causar ilusão? E por ter esse processo habilidosos corrido mundo, devemos concluir que não há sonâmbulos verdadeiros? Por que alguns comerciantes vendem vinho alterado devemos dizer que não existe o vinho puro? Acontece o mesmo com a escrita direta. Entretanto as precauções para assegurar a realidade do fato são muito simples e fáceis.Graças a elas, hoje não se pode ter a mesma dúvida a respeito.
Desde que a possibilidade de escrever sem intermediários é um dos atributos dos Espíritos, que esses sempre existiram e em todos os tempos produziram os diversos fenômenos que conhecemos, devem ter produzido a escrita direta na Antiquidade tão bem como hoje. E é assim que se pode explicar a aparição de três palavras no festim de Baltazar. 
O Livro dos Médiuns, Alan Kardec

PALAVRAS DE DALAI LAMA-




PRESTEM ATENÇÃO NO COMPORTAMENTO DAS CRIANÇAS. VEMOS NELES O QUE É NATURAL NO COMPORTAMENTO HUMANO ANTES QUE SEJA SOBRECARREGADO QUE VISITO UM O COM IDEIAS APRENDIDAS. BEBÊS MUITO NOVOS NÃO SABEM REALMENTE DISTINGUIR UMA PESSOA DA OUTRA. DÃO MUITO MAIS IMPORTÂNCIA AO SORRISO DE QUEM ESTÁ DIANTE DELES DO QUE A QUALQUER OUTRA COISA. QUANDO COMEÇAM A CRESCER NÃO SE INTERESSAM MUITO POR DIFERENÇA DE RAÇA, NACIONALIDADE, RELIGIÃO OU ANTECEDENTES FAMILIARES. QUANDO ENCONTRAM OUTRAS CRIANÇAS,  NÃO , NÃO PARAM PARA DISCUTIR ESSAS COISAS: COMEÇAM LOGO UMA ATIVIDADE MUITO IMPORTANTE, QUE É BRINCAR. ISSO NÃO É SÓ SENTIMENTALISMO.VEJO ESSA REALIDADE SEMPRE QUE VISITO UM DOS POVOADOS DE CRIANÇAS NA EUROPA, ONDE INÚMERAS CRIANÇAS REFUGIADAS TIBETANAS TEM SIDO EDUCADAS DESDE A DÉCADA   DE 1960. ESSES POVOADOS FORAM FUNDADOS D CUIDAR DE CRIANÇAS ÓRFÃS VINDAS DE PAÍSES EM GUERRA.  PARA GRANDE SURPRESA GERAL, DESCOBRIU-SE QUE, APESAR DE SUAS DIFERENTES ORIGENS, ELAS VIVEM EM COMPLETA HARMONIA ENTRE SI.
MESMO ADMITINDO QUE NÓS TEMOS O POTENCIAL DE BONDADE E BENEVOLÊNCIA, É POSSÍVEL OBJETIVAR QUE A TENDÊNCIA DA NATUREZA HUMANA É INEVITAVELMENTE RESERVAR ESSE POTENCIAL PARA OS MAIS PRÓXIMOS. DAMOS PREFERÊNCIA AS NOSSAS FAMÍLIAS E NOSSOS AMIGOS. NOSSOS SENTIMENTOS DE CONSIDERAÇÃO PELOS QUE ESTÃO FORA DESTE CÍRCULO DEPENDEM MUITO DE CIRCUNSTÂNCIAS INDIVIDUAIS. : É POUCO PROVÁVEL QUE OS QUE OS QUE SE SENTEM AMEAÇADOS DEMONSTREM BOA VONTADE POR AQUELES QUE OS AMEAÇAM. TUDO ISSO É VERDADEIRO. TAMBÉM NÃO NEGO QUE QUANDO NOSSA SOBREVIVÊNCIA ESTÁ EM RISCO, NOSSA CAPACIDADE DE CONSIDERAÇÃO PELOS NOSSOS SEMELHANTES  TALVEZ SÓ RARAMENTE PREVALEÇA SOBRE O INSTINTO DE SOBREVIVÊNCIA.  AINDA ASSIM, ISSO NÃO SIGNIFICA QUE  QUE A CAPACIDADE TENHA DESAPARECIDO,  QUE O POTENCIAL NÃO SUBSISTA. ATÉ OS SOLDADOS, DEPOIS DAS BATALHAS, MUITAS VEZES AJUDAM SEUS INIMIGOS A RECOLHER MORTOS E FERIDOS.
Do livro "Uma Ética para o novo milênio",, ED Sextante.